Caminhos e perspectivas: a participação feminina na política brasileira

Enviada em 13/02/2023

Na Antiga Grécia, mulheres eram vistas como pessoas do “sexo frágel”, e com isso exerciam um papel pouco significativo na época. A partir dessa pespectiva, ainda é visível está visão na realidade contemporânea brasileira e também os desafios enfrentados pelas mesmas para garantir reconhecimento e seus direitos na política do país. Desse modo,infelizmente se faz necessário analisar os principais gatilhos para problemática, como a desigualdade de gênero em núcleos políticos e a fraca representatividade feminina nas diversas camadas sociais.

Em primeira análise, é de extrema importância destacar, que a desigualdade de gênero,infelizmente já estrutural, ajuda do crescimento em massa da problemática. Nesse sentido, desde a Colonização Brasileira, o tal impulsor deste contratempo, já era agressivamente aplicado injustamente a mulheres e outras minorias, assim de modo agressivo, afetando seus importantes papéis na sociedade,igualmente na atualidade. Logo, percebe-se que no atual contexto político, medidas não vem sendo traçadas pelo corpo social, que no qual diminuiria, dentro deste desigual âmbito.

Em segunda análise, é válido ressaltar que, a fraca representatividade de pessoas do sexo feminino em diferentes funções na comunidade,causa uma grande e assustadora lacuna na época atual. De acordo com o pensamento do filósofo Thomas Hoobes, é por obrigação e dever do estado garantir reconhecimento e direitos iguais á todos os cidadãos que nele habitam, mas isso não vem sendo uma realidade muito concreta. Prova disso, ainda nos atuais dias, nota-se que mulheres estão tendo seus papéis de extrema importância invisibilisados e silenciados perante ao terrível cenário, assim tornando as mesmas irreconhecíves pelos devidos órgãos competentes.

Portanto, cabe ao Ministério Público que tem forte influência em interessee sociais juntamente com o Ministério das Mulheres, criarem modos de desenvolver o aumento do percentual das mulheres em cargos públicos, por meio de leis mais rígidas que acolhem cidadãs vítimas de desigualdade de gênero e promover medidas públicas que obrigam a participação fundamental da mulher nas instituições políticas, e desse modo haverá uma maior harmonia social.