Caminhos e perspectivas: a participação feminina na política brasileira
Enviada em 15/02/2023
Na Grécia antiga, somente os homens participava da pólis, por isso criou-se o preconceito muito grande, que só eles seriam capazes de cuidar da gestão de um país. A problematização é estrutural, " só o homem participa da politica e mulheres ficam em casa e tomam conta dos filhos". Têm-se erradicar o preconceito a qual não pode haver a participação feminina na política e garantir um número mínimo deste gênero nas prefeituras.
Há poucas décadas, mulheres não tinham nem o direito a votar, foi estruturado no Brasil, que elas são “donas de casa”, a maioria das mulheres tinham este pensamento, atualmente, isso já diminuiu um pouco, começaram a pensar diferente, houve um aumento delas em universidades e a procura de empregos por este gênero aumentou.
A participação direta da mulher na política brasileira ainda é pequena, conquanto, precisa-se igualar o orçamento de propaganda eleitoral, e aumentar o número de cotas. Sendo assim, tem-se mostrar o trabalho das deputadas, senadores, como um exemplo, uma inspiração para as crianças.
Na política brasileira, a participação da mulher ainda é baixo. Portanto, é interessante fazer uma pesquisa eleitoral e saber quantos por cento das mulheres se canditariam a algum cargo político, a secretaria eleitoral, deveria ver a porcentagem , teria uma noção mais exata, a partir disso, criar uma educação escolar, mostrando para as crianças a importância da mulher na gestão do Brasil.