Caminhos e perspectivas: a participação feminina na política brasileira

Enviada em 16/02/2023

A Constituição de 1988 afirma que todas as pessoas têm direitos e nascem livres e iguais, porém, quando se fala em participação feminina na política brasileira, essa citação não se faz verídica, visto que ainda é escasso o número de mulheres no poder. Com isso,as razões históricas e a desigualdade social se fazem presentes no tema.

Em primeira análise, cabe observar o fator grupal. Antes do ano de 1965, as mulheres não tinham o direito ao voto e nem tão pouco o poder de se candidatar a cargos políticos, como consequência disso, apenas cerca de 14% ocupam cargos de poder no país. Mostrando assim que ainda há uma divergência quando se trata de mulheres no poder.

Ademais, a desigualdade de gênero é algo indubitável para o avanço da resolução do problema. Em uma pesquisa, a ONU afirma que o Brasil é visto como uma presença negativa de mulheres em cargos políticos, enfatizando assim o empecilho.

Em vista dos fatos supracitados, é indubitável que as razões históricas e a desigualdade de gênero são fatores que impedem o o avanço da mulher na política brasileira. Em suma, faz-se necessário a tomada de medidas por meio do Ministério das Comunicações junto às escolas e mídias afim de elaborar projetos com intuito de amenizar o impasse.