Caminhos e perspectivas: a participação feminina na política brasileira

Enviada em 01/03/2023

Na Grécia antiga, mais especificamente, no berço da democracia Ateniense, as mulheres não participavam da vida política visto que não eram consideradas cida-dãs. No Brasil, até meados do séc XX, também não era concedidatal autonomia às mulhere, o que vem mudando gradualmente com a participação destas na política.

Desde que o Brasil se tornou república, as mulheres vêm conquistando lenta-

mente seu espaço na vida pública. A luta feminina por direitos políticos iniciou- se com o movimento Sufragista, que culminou na criação do primeiro partido femini-no, em 1910,o Partido Republicano Feminino, que lutava pelo direito ao voto. Po-rém, este só foi conquistado em 11932, durante o governo de Getúlio Vargas, o que se consolidou como um marco na luta por igualdade política.

Diante deste cenário, é preciso ressaltar que apesar dos grandes avanços con-quistados, a participação feminina ainda não é tão igualitária quando comparada com a masculina. Contudo, as mulheres já ocupam muito espaço no poder legis-lativo como também, uma mulher já chegou ao mais alto cargo do poder executivo, o que há 79 anos atrás era impensável. Dito de outro modo, as mulheres vêm ocu-pando espaço na política em cada eleição, e a expectativa é que a cada eleição se sobressaiam mais.

Em resumo, a luta feminina por representatividade política não foi em vão, à medida que a causa foi ganhando notoriedade e as mulheres despertando interes-sse pela política, mais mulheres se tornaram ativas na vida pública. Para amplificar esse quadro, seria interessante que o governo, em sua esfera legislativa, reformu-lassem e criassem leis que ampliassem o acesso feminino aos cargos políticos por meio de implementação de cotas que garantam uma porcentagem mínima de mu-lheres aos poderes da administração pública, assim estaríamos caminhando em direção a um futuro político mais igualitário.