Caminhos e perspectivas: a participação feminina na política brasileira

Enviada em 05/05/2023

Segundo a constituição de 1988, o direito à participação no processo democrático

é garantido a todos os cidadãos brasileiros, independentemente do seu gênero. No entanto, com o tema em pauta, é visível que esta não é uma realidade. E portanto, para garantir o cumprimento da constituição e para o verdadeiro exercício da

democracia, é necessária a análise de caminhos e perspectivas para ampliar a participação feminina na política brasileira. Com esse fim, enaltecer figuras femininas que exerceram papeis de importância na política e o aumento na visibiliade de mulheres que atuam na política, podem ser caminhos.

Primeiramente, um dos motivos pela baixa participação feminina na democracia hodierna, é a escacez do conhecimento popular acerca dos exemplos femininos na

vida pública. Um exemplo é a primeira-ministra do Reino Unido, Margaret Tatcher, que foi a primeira mulher a ocupar o cargo na história de seu país, e o liderou durante a cortina de ferro, período o qual o mundo ficou dividido entre os blocos ocidentais e orientais, a qual ocorreu a eminência de uma guerra nuclear. Dessarte, a História de Tatcher, assim como de outras, será inspiradora para a participação feminina na política, merecendo então sua devida divulgação.

Outrossim, a invisibiliade do trabalho feito por parlamentares femininas ainda é um tema que acomete estas, sendo então um impecilho na sua atuação. Segundo o filósofo Zygmunt Bauman, na era pos-moderna, onde os temas são tratados de maneiras cada vez mais parciais e a atenção é cada vez mais disputada, a invisibilidade social pode equivaler a morte. Diante da perspectiva de Bauman, o contexto atual cristaliza sua tese; Desse modo, é possível concluir para garantir a igualdade de gênero na política, as soluções passam pelo contexto histórico e atual.

Sob esse víes, com a finalidade de apliar a participação feminina na política, é dever do Estado, por meio do Ministério Público, orgão que representa os interesses da sociedade e protetor do estamento democrático, promover palestras, para a população sobre a da participação feminina na política sobre as mulheres que protagonizaram a política ao longo da história para inspirar o público feminino a adentrar no debate público, além disso por meio das redes é dever do Governo utilizar suas redes para divulgar os feitos dos mandatos delas.