Caminhos e perspectivas: a participação feminina na política brasileira

Enviada em 07/08/2023

Promulgada pela a Organização das Nações Unidas, em 1948, os Direitos Humanos garantem a todos os indivíduos o direito à igualdade e ao bem-estar social. Entretanto, no Brasil, há uma parcela da população que não desfruta dessas prerrogativas na prática. Nesse sentido, vale salientar as principais afirmações sobre a questão da inferioridade da mulher na política e uma possível solução para a problemática.

Em primeira análise, é importante ressaltar a negligência do Governo como principal responsável desse problema. Para Aristóteles, a política deve ser usada de modo que, por meio da justiça, exista um equilíbrio na sociedade. Conquanto, a realidade é justamente o oposto, o resultado se reflete na sociedade, com o marchismo e superioridade do sexo masculino, violência parlamentar e assédio , elas são prejudicadas.

Outrossim, vale destacar os elevados números de preconceito no país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), no Congresso brasileiro tem na sua composição apenas 15% de mulheres, enquanto na sociedade elas representam mais 52% da população. Além disso, com uma sociedade que coloca o homem como prioridade, falta de recursos e apoio para a campanhas de fêmeas e preconceito de sexo frágil, a situação fica precária nessa democracia brasileira.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para a solidificação de políticas públicas para a construção de um mundo melhor. Dessa forma, o Estado, por meio do Poder Legislativo, deve cria uma lei que 50% dos cargos públicos seja preenchidos por mulheres e fazer campanhas de incentivo a igualdade de gênero, investir na qualificação dessas pessoas para criar bons projetos beneficiando a sociedade, para que essas maiorias possam viver em harmonia e contribuir nessa nação. Em adição, com o intuito de melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos do país. Desse modo, a teoria constitucional da ONU estará mais próxima da prática efetiva.