Caminhos para a igualdade salarial no esporte
Enviada em 05/05/2023
A igualdade de gênero é um dos objetivos das Nações Unidas (ONU). Apesar disso, a desigualdade entre homens e mulheres , em alguns aspectos escancarados, é praticada por vários países membros. No esporte, a diferença salarial é alarmante, com as mulheres ganhando muito menos do que o sexo oposto. Nesse cenário, caminhos para combater tal discrepância devem ser traçados.
Em primeiro lugar, é necessário que o enfrentamento da falácia que existem esportes, os quais são exclusivamente masculinos e femininos. No Brasil, essa acepção já figurou no ordenamento jurídico por decreto emitido no período militar assinado por Getúlio Vargas. Vigorando por mais de 30 anos entre 1940 e 1980. Nesse período, as mulheres eram proibidas de praticar atividades esportivas ditas masculinas. Atualmente, esse pensamento ainda está arraigado na sociedade e suas instituições. Um exemplo disso, é o caso da menina Emanuelle, que ganhou notoriedade e apoio das atletas profissionais, após ter que recorrer ao judiciário para não ser impedida pela escola de competir em campeonato estudantil. A instituição alegava que a menina só poderia jogar se fosse em time feminino e se recusava permitir formação de equipe mista. A despeito de inúmeros pedidos por parte da família da criança.
Logo, as alternativas para paridade socioeconômica no desperto perfaz o envolvimento da sociedade por meio de exposição promovida por escolas e mídia. Esta promovendo campeonatos mistos é incentivando criação equipes femininas. E, aquela não só proporcionando maior tempo televisivo para apresentação dos times femininos, como também monstrando a trajetórias profissionais das atletas. Desta forma, o Brasil estará mais próximo do compromisso assunto junto à ONU.