Caminhos para a igualdade salarial no esporte
Enviada em 22/06/2024
As mulheres somente conseguiram adentrar no mercado de trabalho após a Segunda Guerra Mundial, devido á falta de mão de obra masculina, pois a maioria estavam mortos ou presos, e desde essa época era presente a diferença salarial. Nesse contexto, podemos observar que desde o início da mulher no mercado de trabalha há uma desigualdade salarial entre homem e mulheres e isso pode ser principalmente observado no ambiente de trabalho e também no esporte, do qual a mulher é inferiorizada. Nesse âmbito, podemos relacionar as raízes deste problema a causas históricas e idelógicas.
Em primeiro plano, percebe-se que uma das raízes da desigualdade salarial no esporte está ligada a fatores históricos. Desde o início da história, a mulher era majoritariamente vista como incapacitada, menos inteligente e inferior ao homem, e ao entrar no mercado de trabalho, a mulher é vítima de preconceito, o qual reflete até em seu salário, independentemente de seu esforço, e isso é independentemente principalmente no mundo esportivo. Em dados de uma pesquisa, é possível observar que no futebol os homens ganham 13 vezes mais que as mulheres, esses número é preoucupante visto que em maioria dos casos ambos gênero possuem o mesmo desempenho e esforço, porém a mulher sempre é inferiorizada.
Além disso, já há presença do machismo na sociedade brasileira, que acaba por refletir no âmbito esportivo. Isso ocorre porque a idelogia da superioridade do genêro masculino em perda do feminina faz parte do cotidiano dos brasileiros. Dessa maneira, há cada vez mais a propagação dessa desigualdade, que tem por tendência aumentar cada vez mais e impedir a igualdade salarial. Por isso se faz necessário não banalizar a desigualdade e inferioridade que a mulher sofre.
Por fim, é possível observar que a desigualdade salarial é causada por raízes históricas e ideológicas. Para que esse problema seja solucionado é necessário que o Ministério do Trabalho e o Ministério dos direitos humanos garanta e promova a igualdade salarial e punir aqueles que não a garentirem. E por meio das mídias e do Ministério da Mulher seja criada propagandas que consientizem e evidenciem a injustiça pela qual a mulher no esporte sofre.