Caminhos para a igualdade salarial no esporte
Enviada em 30/10/2024
Segundo Hannah Arendt, filósofa alemã, a essência dos direitos humanos é o direito de ter direito, bem como o qual prevê. Porém quando observamos a desigualdade do salário entre homens e mulheres, podemos observar que não é só no esporte que há desigualdade nos salarios, as mulheres trabalham mais para tentar ganhar o mesmo valor do que um homem que trabalha horas a menos. Nessa lógica é possível analisar que o governo não tem tomado políticas públicas e o silenciamento midiático são os principais impulsionadores dessa problematica.
Diante esse cenário, a perspectiva de padrãoes exploradores da condição da mulher, é de fato pontalizado como problematica e podemos salientar a culpa ao governo que não tem tomado políticas publicas, como degradante a situação de desigualdade do salário entre homens e mulheres, pois segundo o filósofo John Locke, destaca que o dever do Estado é assegurar o bem-estar da população, uma vez que acontece, configura como uma violação ao “contrato social”. Desse modo a população tem um direito de certa forma.
Além disso, é coerente destacar que o silenciamento midiático, outro impactante nessa situação. Para Djamila Ribeiro, filósofa e escritora brasileira, afirma que parar pensarmos numa solução para uma realidade, devemos tirá-la da invisibilidade. Essa perspectiva está presente na desigualdade entre os salários, já que há anos que os indivíduos vem fechando os olhos para isso. Dessa forma devemos abrirmos nossos olhos para essa problematica, mostrando o quanto a mulher merece o mesmo reconhecimento que os homens, mostrar para a população que uma mulher pode sim trabalhar menos e ganhar mais, pois o tempo é a dedicatória pode ser além do que a de uma homem.