Caminhos para a redução das desigualdades sociais no mundo

Enviada em 09/10/2025

Na obra literária “Quarto de despejo, da escritora Carolina Maria de Jesus, é mostrada a dura realidade da autora e sua família na favela, tentando lutar contra a desigualdade e exclusão social que os indivíduos citados sofrem. Analogamente, no Brasil, é notória a quantidade de pessoas que sofrem com a discrepância social que persiste por casos como a ineficiência estatal e o preconceito no panorama mundial. Nesse contexto tortuoso, cabe uma ação do Estado e uma alternativa do Ministério da Educação(MEC) buscando reduzir o preconceito no país.

Com efeito, em 2024, após fortes chuvas em São Paulo, 2,6 milhões de pessoas ficaram sem energia elétrica na capital, desse número 75% deriva de pessoas de classe baixa que ficaram mais de 5 meses sem eletricidade para suas necessidades diárias. Dentro disso, a problemática mostrada faz intrínseca relação com as disparidades socioeconômicas presente na nação, visto que em decorrência de uma ação negligente do Estado, a maior parte da população pobre não possui um acesso igualitário a energia no país, o que dificulta o combate a desigualdade social e os deixam “a mercê” do poder estatal. Essa situação tortuosa evidencia a necessidade de uma ação do Governo Federal buscando ampliar a igualdade na nação.

Outrossim, Na obra literária “O cortiço”, é mostrada como a parcela mais desprovida do país é vista com preconceito e discriminação, pois por muitos não terem condições de saneamento básico e de suprir suas necessidades, esses indivíduos são descartados da sociedade sem poder usufruir de seu papel como cidadão. Sob esse viés, esse fato faz uma similaridade com a sociedade brasileira atual, pois muitos cidadãos são ignorantes e não possuem o conhecimento de como pobres chegaram àquela situação, o que perpetua o preconceito e evidencia a necessidade de uma alternativa do MEC buscando mudar esse panorama no país.

Portanto, para reduzir a desigualdade social no Brasil, cabe ao Governo Federal, como autoridade máxima do Estado, junto ao Ministério da Economia, por meio de debates com especialistas de ambos os órgãos, um replanejamento de verbas, com o intuito de ampliar o investimento em políticas públicas para a igualdade, buscando reduzir a disparidade e casos como o do livro “Quarto de despejo”.