Caminhos para a redução das desigualdades sociais no mundo
Enviada em 06/11/2025
A partir da Primeira Revolução Industrial o sistema econômico das cidades se dividiu entre os proletariados e a burguesia, criando assim, uma grande desigualdade. Já nos dias atuais com a estrutura capitalista, ainda persiste essa divisão com a disparidade ainda maior. Por isso, percebe-se que as raízes da problemática se fundamentam na concentração de renda e na baixa taxa de coesão social, evidenciando a necessidade de resolução.
Nesse sentido, é imprescindível citar que o acúmulo de capital torna-se um problema na esfera social. Dessa forma, a filósofa alemã Hannah Arendt expõe a ideia da ‘‘Banalidade do Mal’’, no qual um mal constante é praticado de forma recorrente, tornando-se comum. Por conseguinte, nota-se regurlamente uma separação socioeconômica no país, sendo de maneira visível ou velada, como as segregações socioespaciais advindas da especulação imobiliária. Em síntese, torna-se evidente a preocupação no setor financeiro da nação, gerando urgência na solução do problema.
Outrossim, a integração coletiva nacional é importante para a estruturação da sociedade. Desse modo, o sociólogo francês Émile Durkheim explicita que a harmonia social depende da solidariedade entre os indivíduos, o que passa a ser inviável em contextos de desigualdade. Logo, quanto mais desequilíbrio econômico, mais violência, exclusão e falta de acessibilidade a população estará submetida. Assim, evidencia-se a importância de buscar medidas eficientes.
Portanto, evidencia-se que tais adversidades carecem de alternativas eficazes. Destarte, a (ONU) Organização das Nações Unidas aliada as instituições públicas, as quais auxiliam na redução da disparidade, deve promover uma cooperação internacional, além de apoiar políticas públicas nos países, por meio da assistência técnica e consultoria para programas de transferência de renda, saúde e educação. Ademais, é importante a implementação de uma redistribuição de riqueza, nos quais impostos elevados sejam cobrados sobre patrimônios maiores. Sendo assim, espera-se que, no futuro, os países possuem uma maior igualdade social e econômica, permitindo o acesso completo aos serviços e oportunidades.