Caminhos para assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos

Enviada em 26/08/2025

Na obra “O mínimo para viver”, fica evidente que os problemas mentais e corporais estão diretamente ligados. Diante disso, deve-se ressaltar que os caminhos para uma vida saudável e boa estão sendo obstruídos pelas desigualdades sociais juntamente com a dimensão paralela criada pelas redes sociais. Logo, faz-se necessária a exposição desse tema.

Em primeiro plano, é crucial pontuar que pessoas vulneráveis economicamente usufruem de menos tempo para cuidar do bem-estar. Sobre isso, o professor Cláudio Salvadori afirma que a jornada de trabalho excessiva afeta a saúde física e mental do trabalhador. Dito isso, fica claro que a população periférica, ao serem sugados pela extensa jornada de trabalho, estão mais propícios a desenvolverem problemas de saúde.

Ademais, pode-se ressaltar que as novas tecnologias são grandes responsáveis pelos problemas psicológicos na sociedade contemporânea. A partir disso, o filósofo Manuel Castells afirma que a internet não é boa nem má, e sim uma ferramenta, e o que importa é como a usamos. Seguindo o raciocínio, os influenciadores digitais, ao exporem um estilo de vida falso em suas redes sociais, depreciam seus seguidores que procuram seguir a mesma rotina sem saber que não passa de uma mentira, levando-os a uma sensação de incapacidade. Com isso, fica transparente que a internet é uma das causas da ausência de bem-estar na sociedade.

Portanto, torna-se primordial mitigar as causas perante a falta de saúde na comunidade. Para isso, cabe ao Ministério Público, por meio do Ministério do Trabalho criar uma lei que obrigue pequenas e grandes empresas a liberarem no mínimo duas folgas semanais para os funcionários. Além disso, o Ministério da Saúde deve facilitar o acesso a sessões de terapia no SUS (Sistema Unificado de Saúde), assim, ao juntar tempo de descanso e ajuda psicológica, a saúde e o bem-estar se propagará entre as pessoas.