Caminhos para assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos

Enviada em 27/04/2025

Conforme o filósofo Platão: “o importante não é viver, mas viver bem”. Entretanto, a desigualdade social e a falta de infraestrutura degradam a qualidade de vida e o bem-estar social. Ademias, esse cenário nefasto se reflete no aumento de doenças crônicas não transmissíveis e na precariedade do acesso à saúde. Dessa forma, faz-se necessário averiguar os fatores que favorecem esse quadro.

Nesse viés, segundo a ONU, um dos objetivos para serem atingidos até 2030 é reduzir a mortalidade prematura por doenças não transmissíveis. Ademias, classifica-se como doenças não transmissíveis diabetes, hipertensão e câncer. Além disso, essas disfunções são causadas principalmente pela inatividade física, alimentação inadequada, tabagismo e uso excessivo de álcool. Porém, é nítida a péssima atuação governamental, visto que alimentos ultraprocessados são mais baratos que alimentos naturais, além da falta de academias ao ar livre. À luz dessa perspectiva, é fundamental que o Estado brasileiro crie ferramentas para reverter esse quadro.

Outrossim, conforme o filósofo Thomas Hobbes, o Estado deve garantir o bem-estar da população, o que inclui o acesso à saúde de qualidade. Entretanto, a falta de recursos básicos de infraestrutura e de profissionais torna o acesso universal à saúde pública um desafio, que afeta principalmente os mais pobres. Além do mais, a precariedade do acesso à saúde contribui para o agravamento de doenças que precisam de acompanhamento frequente, como doenças do coração e doenças mentais. Logo, é necessária a atuação do Estado para garantir o bem-estar social e o acesso universal à saúde.

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Logo, o Estado brasileiro, por meio do Ministério da Saúde, deve investir no combate contra doenças crônicas não transmissíveis, por meio da criação de academias a ar livre, incentivo à alimentação saudável e aumento dos impostos sobre o álcool e tabaco, alcançando, assim, um dos objetivos da ONU. Além disso, o Estado deve investir em infraestrutura e contratar mais profissionais, garantindo a universalidade da saúde pública. Espera-se, com isso, garantir o bem-estar social e qualidade de vida.