Caminhos para colocar em prática o direito universal do acesso à educação
Enviada em 26/09/2025
O livro “Ensaio sobre a cegueira” retrata a invissibilidade de certos problemas na sociedade. No Brasil, a crítica de Saramago é vivificada na dificuldade do acesso à educação. Essas afirmações advém da ausência de investimentos em infraestrutura das escolas e a falta de apoio às famílias. Com base nisso, mudanças serão neces-sárias para resolver a questão.
Em uma primeira análise, a Constituição Federal do Brasil, promulgada em 1988, prevê em seu artigo 6, o direito à educação como inerente a todo cidadão brasile-iro. Nesse sentido, esse contratempo contradiz a atual Carta Magna. Essa cor-relação fundamenta-se no fato das escolas nao terem a devida estrutura para aco-modar toda a populção estudantil. Em decorrência disso, uma matéria postada pelo G1, em abril de 2025, retrata que os próprios alunos precisaram carregar uma estudante cadeirante devido a ausêndia de rampas, o caso ocorreu em Caucaia, Fortaleza. Dessa forma, pode-se perceber a real dimenssão dessa adversidade que vem assombrando a nação brasileira.
Observa-se, também, que não se caminha favoravelmente em direção a uma so-lução para esse impasse, haja vista que é fundamental apontar a falta de apoio ás famílias, como impulsionador da dificuldade do acesso à educação. Diante de tal exposto, vale salientar que mais de 20% das crianças se encontram fora das cre-ches e escolas por falta de vagas, segundo dados divulgados pela CNN Brasil. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Infere-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação, por intermédio de políticas públicas criem projetos que tornem as escolas acessíveis e proponham a crianção de novas instituições de ensino, afim de colocar em prática o direito universal do acesso á educação. Sendo assim, uma ação iniciada agora pode mudar todo o futuro da nação brasileira.