Caminhos para colocar em prática o direito universal do acesso à educação
Enviada em 07/05/2025
Entre os anos de 2020 e 2021, o mundo enfrentou a pandemia do COVID-19, onde por causa do distanciamento social, as escolas tiveram seus trabalhos pausados. Escolas particulares retomaram rápidamente seu ensino de forma online, enquanto as instituições públicas demoraram a retornar, devido a falta de acesso a tecnologia necessária. Esse acontecimento evidenciou problemas enfrentados diariamente pela rede de ensino para que todos tenham acesso a educação, sendo eles a desigualdade de ensino, em relação a instituições públicas e privadas, junto a o difícil acesso a tecnologias pelas escolas públicas.
Nesse sentido, a diferença de aprendizado dos estudantes da Rede Pública de Ensino, em relação aos alunos da Rede Particular fica evidente. Visto que no ano de 2024 apenas um aluno de escola pública conseguiu nota 1000 na redação do Enem. Esse problema enfrentado por instituições públicas, não pode ser solucionado por cotas e sim por mudanças na rede gratuita.
Em contra partida, a visibilidade governamental na educação gratuita, não tende a crescer, levando em consideração que os investimentos caíram em média, 2,5% de 2015 e 2021. A negligência Estatal, é algo que aumenta ainda mais a assimetria em questões tecnológicas entre as formas de educação. Sendo assim o aumento de verbas para a rede pública é algo a se pensar.
Diante disso, é notável como a desigualdade na escolarização afeta diretamente o acesso universal a educação. Sendo o investimento na Rede Pública, por meio do Ministério da Educação, a melhor forma de minimizar esse problema, já que desta forma será possível o maior uso de verbas pelas instituições em tecnologia e ensino, assim diminuindo a disparidade entre as formas de ensino e aumentando o acesso ao mesmo.