Caminhos para colocar em prática o direito universal do acesso à educação
Enviada em 09/05/2025
A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 prevê que todos os cidadãos tenham acesso à educação. Contudo, esse direito nem sempre é posto em prática, visto que, ainda, é preciso encontrar caminhos para que todos possam alcançar um ensino de qualidade. Nessa perspectiva, é imprescindível analisar o mau uso das tecnologias e a omissão escolar como barreiras para conquistar a formação universal.
Sob essa perspectiva, vale enfatizar o emprego indevido das tecnologias. O teórico da comunicação Marshall Mcluhan diz que “os homens criam ferramentas e as ferramentas recriam os homens”. Assim, é perceptível que o advento da internet facilitou o acesso ao conhecimento, porém, quando usada de forma incorreta, o resultado não será outro senão a visualização de uma série de conteúdos fúteis que contribuirá não para o pleno aprendizado, mas sim para a desinformação. Logo, uma excelente alternativa seria instruir acerca dos benefícios do uso devido dos meios digitais.
Ademais, um exame dos métodos de ensino é fundamental. Durante o Renasciemento Cultural, a cultura era valorizada como uma maneira de transmitir conhecimentos. Hodiernamente, todavia, a situação é pouco observada na sociedade, uma vez que as instituições escolares, a fim de expandir a construção dos saberes , encontram-se dispersas em relação a tornar o meio educacional atrativo e interessante aos alunos. Esse panorama lamentável acontece porque a maioria dos colégios negligenciam assuntos importantes, como : o empreendedorismo, mercado de trabalho e a vida adulta. Evidencia-se, portanto, que o restrito debate a respeito da insuficiência das escolas contribui para o acesso universal à educação.
Urge, pois, que medidas sejam econtradas para solucionar o a situação. Cabe às escolas e universidades - instituições de aprendizado - implantar o ensino crítico aos jovens sobre os recursos digitais e elaborar uma nova matriz de habilidades essenciais, por meio de, palestras aos professores e revisões das matérias já ensinadas. Espera-se com a realização dessas ações, tornar possível usufruir dos direitos à formação proposta na Declaração Universal dos Direitos Humanos.