Caminhos para combater a epidemia de crack no Brasil
Enviada em 18/12/2020
Segundo a constituição maior todo cidadão brasileiro tem direito a saúde, educação e moradia, mas para quem já se entregou as dogras e vive nas ruas, a educação ou a saúde já não lhe servem de nada, a não ser como um remorso de que um dia já tiveram vidas e familiares a quem amar. Mas,então porque estão nas ruas?
De acordo com Marcio Americo, atual comediante e ex morador da cracolândia, as pessoas que fazem uso de drogas principalmente o crack que é tido como a droga mais barata e comum, perdem sua vida sem ao menos perceber, após uma tragada seja ela pela curiosidade ou pela oferta de um amigo.
As sensções que a droga oferece muda o jeito e a forma como individuo pensa e se comporta, levando-o a agredir entes queridos ou até mesmo a venda de bens materias para o consumo de drogas. Um exemplo claro do quanto ela afeta a vida de quem a fuma é a grande cracolândia que se localiza em São Paulo.
Em meio a um amontoado de cobertores e cabanas a vida se forma, sem fome de comida e sem vontade de dormir, deixados a margem da sociedade e sem esperanças de uma nova vida além daquela que já se tem, segundo a plataforma G1 noticias estima-se que cerca de 1.680 pessoas frequentam a cracolândia- 91% homens e 9% mulheres.
Um dos primeiros caminhos a se suguir para combater essa epidemia de crack é ofertar a população palestras que fale sobre a vida de quem fuma e vive nas ruas por causa da droga, com falas do dia a dia e como chegaram até a cracolândia, pois a grande maioria das pessoas olham para quem fuma mas não enchergam a vitima, e sim a droga. Portanto o Ministério da Saúde deve criar um orgão expecifico que ajude a tratar esses individuos, o orgão terá como objetivo conhecer as histórias das pessoas que vivem ali e dar apoio necesario com psicólogos e clinicas especializadas em tratamento, abrindo espaço e parcerias com Ongs para que elas possam ajudar no amor próprio e na reinserção dos individuos na sociedade.