Caminhos para combater a epidemia de crack no Brasil
Enviada em 25/03/2021
Uma pesquisa sobre o consumo de crack no Brasil estima 370 mil usuarios regulares da droga somente nas capitais do país; o crack é uma droga derivada da cocaína que surgiu em meados de 1970 nos EUA, onde se tornou extremamente popular, onde acabou ultrapassando fronteiras e chegando a diversos locais no mundo, tornado-se uma epidemia mundial. Apesar de ser conhecida e utilizada por muitas pessoas, é indubitável o fato que essa droga carrega consigo efeitos negativos na vida da pessoa, que podem acarretar a morte do usuário. Contudo, para conter essa epidemia, deve se impedir a produção e distribuição dessa droga e tratar os já viciados nela.
Primeiramente, verifica-se que a produção e o tráfico do crack continuam acontecendo mesmo com o conhecimento do perigo e dos problemas que essa droga causa, com os produtores procurando trazer a pessoas a esse mundo e lucrar com a venda do produto. Essa droga é repassada a traficantes, que vende mo produto para pessoas já viciadas, ou tentam formar uma nova onda de clientes, prejudicando a vida e a saúde dessas pessoas. O tráfico de drogas é associado também à violência produzida por esse mercado ilegal, onde é comum se ver o armamento de traficantes e criações de facções do tráfico, como o PCC(Primeiro Comando Capital) e o CV (Comando Vermelho).
Segundo pesquisas do Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), o Brasil é o país com mais consumidores, tendo como usuários mais de 2 milhões de pessoas. É pertinente citar algumas das consequência do uso de crack para o indivíduo, um deles é o fato de que o dependente se torna agressivo com os demais, começar a roubar, a vender objetos de suas casas ou até a traficar drogas a fim de conseguir dinheiro para de saciar seu vício; dessa forma, podem acabar presos ou até morrendo. Além disso, o crack têm uma toxicidade alta e pode danificar o organismo do usuário causando, depressão, taquicardia, paranoia, ataques epilépticos, insuficiência respiratória, perda de apetite, irritabilidade e isso pode levá-las à morte.
Diante dos fatos apresentados é necessária uma intervenção imediata. O Ministério da Educação e da Cultura deve fazer palestras em escolas alertando sobre o riscos do consumo de crack e também deve distribuir panfletos sobre esse assunto. O Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com a Policia Militar deve realizar buscas para encerrar a fabricação dessa droga. Também é necessário que ONG’s em parceria com o governo de cada cidade crie projetos para a reinstalação dos viciados na sociedade e para a recuperação dos dependentes quimicos. Assim pode-se diminuir a epidemia de crack no Brasil.