Caminhos para combater a epidemia de crack no Brasil

Enviada em 14/11/2021

Em pleno século XXI, o brasil tem um alto número de usuário de drogas, segundo pesquisas da Fundação Osvaldo Cruz. Esse cenário favoreceu o crescimento do mercado consumido de Crack e outros entorpescentes por alguns grupos sociais, por outro lado também contribuir para o aumento da violência urbana, praticada em algumas situações por viciados em substância anucinogicas.

Nesse sentido, pode se afirmar que 370 mil pessoas são usuários de Crack são consumidoras diárias, e necessitam de poucas vezes de uso para vicia na substância, pois precisam em alguns casos de momentos de fugar da realidade em que vivem. Isto é visto com frequência em alguns indivíduos de classe sociais pobres mas também em indivíduos de distintas classe sociais que utilizam por momentos de prazer, como exemplo os estudantes de instituições públicas e privada.

Além disso, as pessoas que são vítimas desses vícios acabam por realizarem ações criminosas, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, como furto, assalto e outros, para obterem recursos financeiros para manter o uso de entorpescentes. Ainda convém lembrar, que essas pessoas vendem seus próprios bens para utilizarem essas substâncias, mesmo tendo como consequência destruição gradativa dos neurônios, tecidos musculares e outros órgãos do corpo humano, afirmar os estudos do Ministério da Saúde.

Em virtude dos argumentos mencionados o Ministério da Saúde e o Ministério da Justiça e Segurança Pública deve trabalhar em conjunto para reunir os grupos sociais de autoajuda, por meio de agentes comunitários de saúde que realizam palestras para esses grupos de indivíduos, e os policiais apoiram para garantir a segurança e também selecionarem os casos que necessitam de ajuda, com o propósito de diminuir o número de usuários. Nesse contexto, proporcionar a futuramente uma sociedade com baixo números de viciados em drogas.