Caminhos para combater a epidemia de crack no Brasil
Enviada em 13/07/2022
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (doravante DUDH) garante a todos os indivíduos os direito à educação e ao bem-estar social. Entretanto, na prática, tal garantia é deturpada, visto que a epidemia de crack encontra-se efetivada na sociedade. Desse modo, a desinformação, em consância com a influência, são os principais pilares para esses conflitos.
Nesse sentido, vale ressaltar a ausência de informação como perpetuadora do impasse. Destarte, de acordo com o IBGE, 80% dos usuários de crack nunca ouviram falar sobre os malefícios que esses entorpecentes causam. Sob esse viés, denota-se que as pessoas possuem seu direito à educação negligenciado pois, sem esse conhecimento prévio, o cidadão acaba experimentando algumas substâncias alucinógena. Assim, ficam viciados e entram no mundo das drogas.
Ademais, vale salientar a persuasão como impulsionadora da problemática. Por essa perspectiva, segundo o sociólogo Émile Durkheim, em sua análise da sociedade, quanto menor a idade de um indivíduo mais fácil influência-lo. Sob essa ótica, denota-se que muitos adolescentes, incentivados pelos colegas, começam a usarem as drogas. Dessa forma, 70% dos jovens que usam substâncias ílicitas começaram a usar por influência de alguém, como afirmado Pelo Istituto de Pesquisa Aplicada.
Portanto, com intuito de mitigar a epidemia de crack, urge que o Estado, como promotor e garantidor do bem-estar social, disponibilize subsídios para que o Ministério da Educação reverta essa verba em contratação de profissionais que, por meio de workshops nas escolas, ensinariam a comunidade e os alunos tudo que as drogas causam. Somente assim, a DUDH entrará em completo vigor.