Caminhos para combater a epidemia de crack no Brasil

Enviada em 02/09/2022

Na década de 1980, a cidade de Nova York enfrentou uma epidemia de crack que culminou no aumento da violência. Nessa temática, na atualidade brasileira o consumo de entorpecentes em especial o crack tornaram-se uma realidade crescente, a qual afeta severamente pessoas de todas as classes sociais. Assim, vale salientar dois aspectos dessa questão: a facilidade da circulaçao e da produção da droga no país e a falta de política eficaz no combate aos entorpecentes e no tratamento dos dependentes químicos.

Primeiramente, é notório que ao longo dos anos o comércio das drogas em solo nacional tem sido ascendente na coletividade, tal fato contribuiu para a inserção de inúmeros indivíduos na dependência química. Dessa forma, vários fatores da violência tornaram-se um aliado do consumismo do crack, como os furtos, as agressões físicas e os homicídios. Esse fenômeno contrapõe com o que defendia o filósofo Thomas Morus em sua obra Utopia, “uma sociedade que não haveria violência, injustiça e exclussão social.

Em segundo momento, vale ressaltar que os trabalhos públicos em combate ao tráfico de drogas e a ressocialização dos usuários de crack no Estado encontram-se “falido”, fato esse que não corresponde com a realidade na sociedade. Dessa maneira, o consumo e a comercialização de crack em vários centros urbanos no país tornaram-se algo comum, esse cenário incorporou várias pessoas; exemplo disso, é a cracolândia na cidade de são paulo, a qual inúmeros indivíduos vivenciam juntos no uso dos intorpecentes. Afinal como disse o filósofo Sêneca, “procura a satisfação de veres morrer os teus vícios antes de ti”.

Portanto, é necessário um trabalho conjunto do Governo Federal com os Ministros da Justiça e da Saúde para a implantação de políticas públicas no Estado, cujo objetivo seja o combate ao crack e o tratamento dos dependentes. Logo, é preciso a formulação de um trabalho conjunto das polícias em todo o brasil, com profissionais capacitados e o uso da alta tecnologia, para fiscalizar e conter o tráfico e a manipulção das drogas. E ainda, é imprescíndivel o aumento das casas de internação dos dependentes químicos, com o aumento de profissionais nessa área, para atender e convencer essas pessoas a buscarem o tratamento 24 horas por dia. Destarte, poderá erradicar o consumo de crack no Brasil, e essa realidade jamais se comparada com a da cidade de Nova York da década de 1980.