Caminhos para combater a epidemia de crack no Brasil

Enviada em 21/03/2024

O crack é uma droga derivada da cocaína que surgiu em meados de 1970 nos Estados Unidos, onde se tornou extremamente popular e acabou ultrapassando fronteiras, chegando a diversos locais no mundo. Apesar de ser conhecida e utilizada por milhares de pessoas, essa droga traz consigo efeitos nocivos, que podem levar à morte do usuário. Todavia, para conter essa epidemia, deve-se impedir o tráfico desse psicoativo e previnir o aumento da quantidade de usuários.

Inicialmente, verifica-se que o crack é uma das drogas mais utilizadas e, portanto, mais traficadas no Brasil. Nota-se a relevância do tráfico quando na produção brasileira “Tropa de Elite”, o batalhão de operações especiais (o batalhão mais seleto e preparado do país), é enviado para combater o tráfico de drogas no morro por meio da violência e do tiroteio. Nessa linha de raciocínio, é necessário perceber que, além de fornecer drogas aos viciados, o tráfico mata pessoas e faz as populações dos morros de refém. Dessa forma, ao confiscar pacotes de crack e prender traficantes, haveria menos droga no mercado e, consequentemente, menos usuários.

Em segundo plano, é crucial, para a diminuição do crack e outras drogas ilícitas, que os jovens sejam devidamente conscientizados sobre as consequências do uso desse tipo de psicoativos. No filme “Sem limites”, há uma droga que transforma seus usuários em gênios, porém a custo de sua saúde. Sob o mesmo ponto de vista, a droga retratada no filme tem efeitos colaterais semelhantes aos do crack quando a pessoa viciada para de utilizá-la, como paranoia, espasmos e graves danos aos órgãos. Ademais, esses efeitos colaterais podem levar o usuário a morte, além de afetar negativamente seus parentes mais próximos e a sociedade.

Portanto, o tráfico de drogas no morro deve ser combatido a ponto de ser diminuído ao máximo. A Polícia Militar deve organizar operações para capturar traficantes que utilizem o maior número possível de policiais com armamentos pesados, para que não possam ser revidados. Além disso, o Ministério da Educação deverá contratar grupos de professores especializados e realizar campanhas anti-drogas em todas as escolas do país, incluindo palestras sobre as consequências do crack para o corpo do usuário e para as outras pessoas ao seu redor.