Caminhos para combater a falta de moradias no Brasil
Enviada em 10/06/2025
Sendo o individualismo o maior conflito da pós-modernidade, segundo o filósofo Zygmunt Bauaman, a parcela da população tende a não reconhecer a falta de moradias no Brasil como entrave recorrente. Nesse panorama, cabe enfatizar duas fontes para esse problema; desigualdade social e negligência governamental.
Em primeiro lugar, é importante destacar a discrepâncial social como promotora do problema. Nesse viés, o escritor Ariano Suassuna defende a existência de uma injustiça secular capaz de dividir a sociedade em duas vertentes: a dos depossuídos e a dos favorecidos. Sendo assim, a parcela da população que se encontra no grupo desfavorecido não é detentora do poder aquisitivo que permita o acesso a moradia digna, o que faz com que esses indivíduos vivam em condições precárias em lugares, como cortiço enfrentando a exclusão de serviços básicos, a exemplo saneamento, saúde e educaçao. Logo, é inadmissível que em pleno século XXI, ainda haja desigualdade social, que além, de submeter as pessoas a condições desumanas, priva de elementos essenciais para sobrevivência.
Ademais, é imperativo ressaltar a omissão estatal como potencializadora da problemática Dessa forma, o escritor Gilberto Dimentein, em sua obra ‘‘Cidadão de Papel’’, aponta a lesgilação como ineficaz, visto que apesar de apresentar uma boa teoria não se concretiza na prática. Nesse contexto, é notória a falta de políticas públicas eficientes das autoridades governamentais voltadas à habitação. Sendo assim, a falta de projetos habitacionais acarreta na ocupação em áreas de riscos, tornando-se seus moradores mais vulneravéis a desastres ambientais, como deslizamentos e enchentes. Assim, fica claro que o problema ainda persiste devido ao descaso governamental.
Portanto, atitudes devem ser tomadas para amenizar o quadro atual. Para isso, é necessário que o Governo Federal, orgão responsável pelo bem-estra da população crie projetos habitacionais, essas ação deve ser feita através de programas de construção efinanciamneto de residências populares, a fim de de diminuir o número de moradias irregulares e assegurar o direito constituicional a moradia.