Caminhos para combater a falta de moradias no Brasil
Enviada em 30/06/2025
O número populacional mundial aumenta cada vez mais, mas o acesso à moradia não acompanha esse crescimento. No Brasil, a situação é similar: a expansão de favelas e barracos e o alto número de moradores de rua mostram o tamanho do descompasso. Se houvesse maior cuidado com a coleta e controle de dados, além da criação de um vínculo geral aos afetados, os problemas seriam resolvidos com melhores ferramentas e apoio.
Primeiramente, é necessário criar um canal entre a população e aqueles prejudicados pela falta de moradia para desenvolver empatia e sensibilizar a situação. Aumentando a comunicação a busca por soluções se torna um assunto emergente e consequentemente mais urgente. A desumanização e descaso com o sem-teto, por exemplo, ocorre pricipalmente pela falta de conhecimento da luta e voz daquele indivíduo e o aumento de contato evita que mais casos como o do trio de jovens que queimou um morador de rua, noticiado pelo g1, acontecam.
Além disso, istigar controles e dados como o de défcit populacional, número de sem-tetos e suas respectivas idades e gêneros e outras informações concederia melhor forma de ação. Tendo maior especificidade, a eficácia de ferramentas e/ou organizações facilita e acelera a resolução do problema. Pelos preconceitos enraizados pela própria sociedade, a procura de respostas ou dos atingidos é pequena dificultando a abrangencia de políticas que busquem melhorar a vida dos sem moradia.
Portanto, é indispensável a revisão das relações entre os sem moradia e a população, junto com apoio específico de orgãos responsáveis. Por isso, ONGs juntamente do Ministério das Cidades, orgão que monitora necessidades urbanas, devem formular maneiras de aproximação por meio de campanhas, projetos e de forma midiática. Aumentando a repercurção da questão, aumenta-se também a conscientização que leva a uma maior busca por um meio de contornar essa dificuldade.