Caminhos para combater a violência obstétrica no Brasil
Enviada em 27/08/2024
Nos últimos anos, tem-se observado um crescente debate em torno da violência obstétrica, ganhando destaque à medida que seus impactos se tornam mais evidentes na sociedade brasileira. Sob essa perspectiva, é possível analisar as inúmeras consequências relacionadas, dentre elas: a falta de controle e o medo das vítimas para a denúncia.
Em primeiro lugar, é necessário destacar que a falta de controle desempenha um papel central na intensificação do problema, por conta da facilitação desse ato e também o fato de não serem advertidos corretamente. De acordo com o filósofo Platão “Importante não é viver, mas viver bem”, considerando que a qualidade de vida tem grande relevância, transcendendo a própria vivência. Infelizmente, tal conjuntura não condiz com a realidade brasileira, levando em conta os inúmeros casos relacionados a violência obstétrica. Essa realidade demonstra como essa grande demanda de violenta afeta diretamente nas mulheres e a sensação de impotência.
Além disso, o medo das mulheres, também acaba contribuindo significativamente para o agravamento da situação. Isso ocorre porque a sociedade em que vivemos, está em uma esteutura irresponsável. A partir dessa análise, fica claro que, a mulher que deveria denunciar e ir atrás dos seus direitos, não faz, devido o medo do julgamento e até mesmo de não acreditarem.
Considerando os aspectos mencionados, nota-se, portanto que, para enfrentar o problema de maneira eficaz, é necessário adotar medidas concretas. Primeiramente, o Governo deve tomar medidas eficazes para o controle eficaz, a fim de proteger e diminuir a violência contra as mulheres. Além disso, é fundamental que o Ministério da Educação se engajem em trazer programas de conscientização, visando que as mulheres, desde pequenas entendam a importância da denunciar. Por fim, a população brasileira responsável, aliada à implementação de soluções efetivas, é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e equilibrada. Assim, trazendo uma qualidade de vida maior para as mulheres e a diminuição de impotência