Caminhos para combater a violência obstétrica no Brasil

Enviada em 27/08/2024

A violência no Brasil é muito presente na sociedade, principalmente contra mulheres, especialmente a violência obstétrica, que já está no Brasil a muito tempo dificultando muito a vida dessas mulheres e de seus filhos, necessitando de caminhos para combater este meio de agressão no território brasileiro e mundial.

Primeiramente, como citado anteriormente, muitas mulheres sofrem com a violência obstétrica, porem essa agressão não é somente física, mas sim emocional por meio de xingamentos e a tentativa de impedir que a mulher se expresse na hora do parto, ou ainda, não entregar o bebe a mãe logo após o nascimento, além de outras formas de violência. Segundo um vídeo no youtube de Patrícia Moreira sobre esse assunto, os tipos desse abuso relacionados a mulheres grávidas são justamente as agressões físicas, emocionais e não houver a entrega do filho logo após o nascimento entre os outros tipos que foram citados no vídeos que acontecem mas são menos frequentes quanto aos citados anteriormente.

Além dos tipos citados, outro fator que pode ser considerado violência obstétrica, é não permitir que a grávida escolha um acompanhante que ela queira, pois esse problema infelizmente é muito presente no Brasil. Segundo um gráfico da Ufrgs, cerca de 55.000 mulheres foram entrevistadas e 64% responderam que não tiveram a oportunidade de escolher seu acompanhante, um grande número de casos sendo que é lei desde 2005.

Portando. Considerando os aspectos apresentados, fica a necessidade de uma maneira de intervir. O Estado deve investir na fiscalização dos hospitais que acontecem os nascimentos dos bebes, criando equipes que iram supervisionar esses locais no território brasileiro. Dessa forma, será possível garantir um ótimo parto sem a presença de abusos. Só então seremos um país que se preocupa com o parto e a integridade da mulher, garantindo os direitos da população.