Caminhos para combater a violência obstétrica no Brasil

Enviada em 27/08/2024

Na obra “Utopia”, de Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita e livre de mazelas. Todavia, a realidade contemporânea está distante disso, especialmente no que diz respeito à violência obtéstrica. Diante disso, a insuficiência educacional e o silenciamento midiático são fatores que contribuem para esse problema.

Sob essa perspectiva, a falta de educação de qualidade é um grande obstáculo.

Como afirmava Kant, “o homem não é nada além do que a educação faz dele”. Conforme essa perspectiva, sem informações adequadas sobre caminhos para prevenir a violência obtéstrica, cidadãos não adotam medidas eficazes contra a violência. No Brasil, o sistema educacional, frequentemente, não aborda violências e formas de prevenção de modo adequado, perpetuando práticas inseguras.

Além disso, o silenciamento midiático agrava o problema. Sartre afirmou que “toda palavra tem consequências; todo silêncio, também”. Nesse sentido, quando a mídia prioriza temas irrelevantes e ignora o abuso obtéstrico no Brasil, contribui para a falta de conscientização e a persistência de práticas inadequadas. De forma análoga no livro “1984”, de George Orwell, a manipulação da informação leva à submissão e à perda de identidade. Similarmente, a falta de cobertura midiática impede que a população receba informações essenciais para prevenção desta injúria . O desconhecimento sobre a obstétria faz com que o problema seja banalizado. A ausência de debates e campanhas informativas reforça a falta de atenção a esse tema critico.

Portanto, é imprescindível que o debate acerca da violência obtéstrica no Brasil seja amplamente divulgado, a fim de sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre a importância dessa questão. Para isso, é fundamental que escolas e universidades, com o apoio do governo, desenvolvam campanhas educativas que abordem o tema de forma abrangente e acessível. Ademais, o Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da saúde, deve atuar ativamente na fiscalização e combate à violência obstétrica. Assim, a sociedade brasileira poderá avançar para um estado mais seguro e consciente, garantindo a saúde e bem-estar da população e consolidando valores essenciais na sociedade hodierna.