Caminhos para combater a violência obstétrica no Brasil

Enviada em 29/08/2024

Ainda nos dias de hoje, a violência obstétrica vem sendo uma importânte questão a ser enfrentada. Ao contrario do que deveria ser, os crimes contra as mulheres ainda são muito frequêntes, mas devem ser combatidos. Apesar do forte movimento feminista, a eduacação brasileira e o sistema judicial ainda não são suficientes para protegê-las.

Nos últimos anos, muitas mulheres têm relatado o quanto foi sofrido para ter um filho, mas ao contrário do intuitivo, o sofrimento não foi por questões naturais do parto, mas sim pela falta de respeito e humanidade dos profissionais ao seu redor nesse momento tão delicado.

Partindo disso, neste ano -2024- o G1, jornal da Globo, relatou um caso de uma grávida que, ao entrar em trabalho de parto, proucurou um hospital, deu entrada mas não foi atendida. Mesmo com a dilatação evoluindo, gritando, e seu marido, o único que estava com ela, implorando nos corredores por suporte, ninguém os atendeu e o homem acabou tendo que fazer o parto por conta própria, já que uma enfermeira só chegou depois da criança ter nascido.

Outro famoso procedimento criminoso é o “ponto do marido”, que é quando o médico efetua um ponto cirúrgico desnecessário, muitas vezes sem o conssentimento da paciente, para que sua vagina não alargue após a saída do bebê. Totalmente fútil, este é um feito totalmente machista , feito apenas em prós da satisfação masculina.

Visto isso, para, no mínimo, diminuir essas ocorrências, os profissionais de saúde deveriam ser capacitados e recorrentemente avaliados em seus atendimentos, para que, assim, estejam sempre buscando atender o público da melhor forma. Além disso, o acompanhamento à gestante é essêncial, dando à ela suporte emocional e garantindo a segurança da mesma.