Caminhos para combater a violência obstétrica no Brasil
Enviada em 31/08/2024
Desde os primórdios da civilização a violência foi um recurso utilizado para domínio e imposição de ideias, sendo cultivada com o passar dos séculos. Sendo assim, a sociedade está moldada inconscientemente nesse modelo de ódio. Com este saber, fica claro que os mais fragilizados estão sujeitos a agressão, por vontade de uma situação contrária a atual. Dentro desse grupo oprimido estão as mulheres grávidas que sofrem agressões, as quais são desumanas e irresponsáveis.
Enfrentar uma gravidez é algo desafiador, em que muitos perdem a cabeça, e cometem crime de agressões com a prerrogativa de abortar. O descaso recorrente com o apoio aos necessitados é de praxe, sendo parte da ignorância coletiva que sente-se superior. Com isso, muitas mulheres grávidas são agredidas e subordinadas a condições agressivas que devem ser punidas com prisão. Além de estarem em um período de mudanças, sofrem com o familiar incosequente e mal preparado. Casos de violência psicológica e física são frequentes e mal analisados, passando impune muitas vezes um crime ideológico.
A gravidez indesejada também é um dos motivos de violência. " O homem é o lobo do homem", Thomas Hobbes. A agressão por parte do sexo masculino acontece pela falta de caráter e coragem. A dificuldade promove mudanças as quais poucos aceitam mudar, resultando em entraves agressivos e recorrentes, muitas vezes publicamente cometidos nos quais poucos são os que intervém. Além de que, muitas mulheres preferem ficar em silêncio do que denunciar o criminoso.
Portanto, o Governo e a população devem agir contra este tipo de crime, esta denunciando, e este auxiliando e punindo. O Estado sabendo da situação deve amparar a gravidez protegendo as mulheres. Assim, a sociedade poderá contar com novos futuros, e as vítimas sentirão alguma estabilidade. Desse modo, uma gravidez mais saudável poderá acontecer, e as agressões serão penalizadas e temidas.