Caminhos para combater a violência obstétrica no Brasil

Enviada em 25/09/2024

Um dos maiores receio de uma mulher engravidar envolve seu parto. Seja receio pela dor que vai sentir ou como irá ser feito esse parto.

Cerca de mais da metade da população já sofreu violência obstétrica, muitas por não saber o que seria, outras por não ter convicção para denunciar e exigir os métodos adequados no momento do parto.

Durante o parto obstétricos ou ate mesmo a equipe de enfermagem realizam essas agressões, sendo uma violência física ou psicológica, decorrente disso muitas das gestantes já estão fragilizadas, algumas abandonadas pelos seus parceiros outras por serem de baixa renda que procuram o sus, um sistema que seria para acolher população mais fragilizada se deparam com essas agressões, comentários como “que se caso fizerem escanda-lo vai haver demora no atendimento” ou “exagero sentir dor a ponto de gritar” frases como essas são comuns por obstetras, muitos não deixam que a gestantes obtém acompanhante, o que é inadmissível pois existe lei do acompanhante N° 11.108 criada em 7 de abril de 2005 onde todas as gestastes tem direito sobre acompanhante e possam decidir como prosseguir seu parto, visto que além do dano psicológico dão medicações para adiantar o parto sem autorização, importunação sexual, lesões corporal, etc.

Contudo, é fundamental e SUS - Sistema Único de Saúde fiscalizes esses profissionais e retirar o CRM conselho regional de medicina, recriminem esse tipo de ação, direitos civis são para todos, igualdade em todos os âmbitos.