Caminhos para combater a violência obstétrica no Brasil
Enviada em 31/10/2024
A série brasileira “Não Grita” retrata a vida da jovem sobre Kelly, que aos 18 anos engravida e vive a dualidade entre a realização de um sonho e o terror da violência obstétrica. Paralelamente, tal questão trancende a arte e se mostra cada vez mais presente na atualidade um vez que a negligência governamental e a desigualdade social contribuem para a perpetuação desse cenário negativo .
Em primeira análise, é válido descar a irresponsabilidade governamental. Sob esse viés, a negligência governo se manifesta na falta de campanhas de prevenção que facilitem o reconhecimento dessa situação. Segundo o filósofo e sociólogo polonês Zygmunt Bauman “Toda e qualquer intuição que mantém sua forma mas ignora sua função social se torna Zumbi. Assim, a negligência estatal favorece para a permanência dos problemas uma vez que o estado não cumpre com seu dever. Dessa forma se torna de extrema importância o debate dessa
Ademais, é notório que a desigualdade social contribue para a permanência da violência obstétrica no Brasil, de forma que as pessoas com menor poder aquisitivo são diretamenteafetadas. Diante da perspectiva da filósofa Hanna Arendt “A essência dos direitos humanos é o direito a ter direito.” Isso não acontece na prática porque percebe-se as desigualdades sociais. Então nota-se que pessoas de classe mais favorecidas pagam profissionais expecializados e hospitais particulares, enquanto pessoas marginalizadas não possuem esse privilegio. Dessa forma mostra a necessidade da resolução desse impasse
Logo, a fim de mitigar os problemas causados cabe ao Ministerio da Saúde -Orgão responsavel por promover uma saúde de qualidade- desenvolver campanhas de concientização por meio de palestras rodas de conversa, com o fim de propagar informações sobre o atendimento humanizado para que as pessoas sejam mais empáticas assim promovam uma saúde de qualidade e humana. Em suma toda problemática será possivelmente resolvida.