Caminhos para combater a violência obstétrica no Brasil

Enviada em 30/10/2024

A Revolução Industrial foi o primeiro passo para que o mundo se conectasse e facilitou as formas de comunicações, o que foi de fucral importância para que as pesquisas na área da medicina se desenvolvessem. Dessa maneira, com esses es-tudos a qualidade na área da obstétricia no Brasil teve um grande avanço, que trouxeram direitos para a população gestante. À vista disso, mesmo com essas legalidades muitas vezes elas não são seguidas, por as pessoas não serem educa-das nas escolas sobre as leis e por falta de fiscalização nas áreas de saúde.

Em primeira análise, a população brasileira não é ensinada sobre quais são os benefícios que devem ser fornecidos em uma maternidade e por essa questão eles são burlados com maior facilidade. Nesse sentido, a frase “O ho- mem é aquilo que a educação faz dele”, de Immanuel Kant, representa essa problemática. Desse modo, a falta de conhecimento é um desafio para que não aconteça violências obstétricas, por a população não saber os seus direitos, o que as impedem de lutarem por melhores condições na área obstétrica.

Ademais, a falta de fiscalização das unidades de saúde tornam as impru-dências mais recorrentes, por os médicos terem que lidar com muitas questões nos hospitais. Dessa forma, a série “Respira” mostra como a falta de vigilância dei-xam os profissionais da saúde mais sobrecarregados, por eles terem que lidar com pacientes e problemas administrativos (que deveriam ser solucionados por outros profissionais), o que faz com que eles tenham a maior chance de comete-rem erros por estarem cansados. Logo, a falta de fiscalização torna os centros médicos mais desorganizados o que facilita a ocorrência da violência obstétrica.

Portanto, fica claro que, para resolver esse problema, é necessário que o Ministério da Saúde, que é responsável por assegurar que os brasileiros tenham uma vida de qualidade, deve visitar as escolas e melhorar a fiscalização nos hospi-tais, por meio de palestras, pesquisas em grupo e contratação de novos profis-sionais para trabalharem na área da saúde. Como consequência, as futuras gerações terão maior reconhecimento dos seus direitos e os médicos se respon-sabilizaram apenas pelos seus pacientes, o que evitará a violência obstétrica no Brasil.