Caminhos para combater a violência obstétrica no Brasil
Enviada em 25/03/2025
O filósofo Jean-Paul Sartre afirma que: “a violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota”. Dessa maneira,nota-se que,no Brasil, o combate à violência obstétrica permanece em evidência. Nesse sentido, pode-se afirmar que o descaso governamental e a alienação informacional atuam como causadores do problema.
De acordo com os dados da Fundação Perseu Abraão mostra que uma em cada quatro mulheres já sofreu violência obstétrica no Brasil. Dessa forma, percebe-se que há uma falta de definição clara de abusos em documentos legais, o que dificulta a identificação e a criminalização dessa prática. Além disso, observa-se que há uma ausência de políticas públicas eficazes para garantir um atendimento humanizado às gestantes especialmente em áreas periféricas e rurais, refletido a negligência estatal.
Diante desse cenário, é imprescindível discutir sobre a alienação informacional. Dessa maneira, nota-se que há uma falta de programas educacionais que abordam os direitos das mulheres durante o parto perpétua.Além do mais, tem a ausência de informações claras e centralização sobre os abusos obstétricos que dificulta a conscientização da população sobre o assunto.
Portanto, são necessárias medidas capazes de resolver esse problema. Para isso, o Ministério da Saúde deve criar medidas legais para a violência obstétrica para criminalizar o culpado, por meio de projetos. Essa medida precisa ser feita com foco nas hospitais públicos e privados, a fim de diminuir a negligência estatal. Ademais, o Ministério da Educação deve investir em programas educacionais voltados às gestantes para saber identificar se sofreu os abusos. Desse modo, o filósofo Jean-Paul Sartre não refletirá nos brasileiros.