Caminhos para combater o negacionismo científico no Brasil
Enviada em 01/05/2024
Segundo o nazista Adolf Hitler, uma mentira contada por várias vezes torna-se verdade. Diante disso, a insuficiência dos parâmetros que mudam a teoria social, assim como nas várias tradições filosóficas, algumas perguntas mais contemporâneas podem ser feitas, por que muitas pessoas lá fora negam a ciência, principalmente quando pensamos na vacina, nos benefícios do “lockdown” e em outras medidas sanitárias?
Em primeira análise, diante do gesto negacionista temos duas possíveis explicações. Na primeira delas as pessoas têm algum problema cognitivo, gerado pela falta de conhecimento ou reflexo de alguma interferência estrutural, ou sistêmica, alienando completamente suas escolas, em uma resposta mais sofisticada. Na segunda, elas têm algum problema ético, resultado de esforço maldoso e insensível.
Dessa maneira uma rede completa de humanos e não humanos que atravessa as muralhas aparentemente frias, distantes do edifício científico precisa vir a tona. Como disse o cientista Latour no fim da década de 80, é preciso ver a “ciência em ação”, revelando ao mundo os seus circuitos, seus sucessos, suas conquistas e suas parcerias. Assim sendo a confiança não é uma essência que brota de corações bondosos.
Destarte, para resolver a problemática do negacionismo científico entre os brasileiros, cabe ao Ministério da Educação(MEC) usar parte da arrecadação pública direcionada à educação científica nas escolas brasileiras para que a mentalidade dos educandos tenha o direcionamento correto com o fito de ser contrário a Adolf.