Caminhos para combater o negacionismo científico no Brasil

Enviada em 05/05/2024

Pode-se perceber que no período da “Covid-19”, muitas pessoas negavam-se a acreditar na existência do vírus e suas consequências para a população, não levando em consideração as diversas pesquisas e notícias científicas publicadas na época. Com isso, a partir do contexto histórico, muitos indivíduos continuam apresentando comportamentos de insistência contra fatos e valores técnicos. Em vista de tal análise, é notório destacar, o aumento das “fake news”, como também a presença de falsos especialistas.

Em primeira instância, é importante entender que com a resistência a fatos certeiros, pode-se acarretar a vinda de falsas informações. De acordo com o site “Estado de Minas”, apresenta como um marco para história das “fake news”, a chegada do homem a lua, pelo norte-americano “Neil Armstrong”, afirmando que diversas pessoas ainda estão convencidas de que o fato não ocorreu e as imagens divulgadas pela “Nasa” foram gravadas em um estúdio de Hollywood. Logo, é necessário reduzir a desinformação prejudicial, evitando impactos negativos.

Em segundo modo, vale detectar que com a presença de indivíduos com pensamentos negacionistas, tais sujeitos colocam suas ideias como verdadeiros, não apresentando fontes concretas. Em decorrência da grande influência do aplicativo “Tik Tok”, diversas pessoas começaram a publicar vídeos sobre a não existência do aquecimento global, apresentando argumentos contra a existência de certo assunto climático. Logo, é fundamental analisar o comportamento de indivíduos não especializados em certos assuntos e as consequências da divulgação de suas informações não precisas.

Conclui-se portanto que ações devem ser tomadas para melhorar tal problemática. Com isso, é dever da Mídia -como expositora de informações-apresentar para a população as consequências da divulgação de dados e conhecimentos falsos, por meio de notícias e de documentários, a fim de conscientizar a sociedade a determinado problema. Assim, também é dever do Ministério das Comunicação, impedir a presença de falsos especialistas em plataformas expositoras de informações, com o objetivo de diminuir tais influências desnecessárias. Assim, tal problema será resolvido.