Caminhos para combater o negacionismo científico no Brasil
Enviada em 07/05/2024
O movimento antivacina foi criado por pessoas que se opõem à vacinação pública, utilizando como argumentos teorias da conspiração e de alienação governamental. Analogamente a isso, tal questão relaciona-se com a realidade brasileira, tendo em vista o aumento do negacionismo científico. Sob esse viés, é importante analisar os interesses de empresas poluentes e a falta de confiança na ciência.
Em primeira análise, depreende-se que a necessidade das companhias de não perder a vantagem no comércio contribui para a perpetuação do problema. Dessa maneira, na época do filósofo Sócrates, ele tinha como inimigos os sofistas, que possuiam a crença na retórica, a arte de manipular palavras para persuadir pessoas. Nesse contexto, cabe salientar que corporações utilizam desse mesmo meio para manipular seus apoiadores a não acreditarem que suas atividades causam um impacto na natureza, indo contra as leis científicas. Contudo, devido à baixa atuação das autoridades, é válido que medidas sejam tomadas à frente desse entrave.
Ademais, é notório a precariedade na fé dos indivíduos no conhecimento humano. Desse modo, de acordo com o site “Practium Script”: cerca de 10% das mortes de pacientes em hospitais ocorrem por erro médico. Com isso, pode-se destacar que a população perdeu a firmeza nesse saber por essa grande margem de erro que pode acabar na perda de uma vida.
Portanto, é necessário desconstruir as bases dessa questão. Dessarte, cabe ao IBAMA inserir alternativas mais sustentáveis aos negócios de uma firma, por meio de projetos de cunho educacional, a fim de diminuir a necessidade da rejeição da sabedoria. Outrossim, O Ministério da Saúde deve promover programas que demonstrem a confiabilidade da medicina na sociedade. Com essas medicinas, o movimento antivacina não agravará a situação atual que o povo vive.