Caminhos para combater os crimes de pedofilia na internet

Enviada em 22/06/2019

É difícil abordar os fatos do cenário atual, que  trás crimes agressivos através da web,onde as vítimas são leigas e na maioria das vezes crianças que não possuem o cuidado adequado dos responsáveis,outro grande fator que faz o número de violência aumentar é a acessibilidade facilitada nas redes sociais para qualquer que seja a faixa etária de idade.

É de conhecimento geral que a forma de educar mudou, hoje em dia é “normal” os pais delegarem a atenção que os filhos precisam ao telefone, televisão,mídias entre outros meios tecnológicos,de fato se vê pais jovens e que não mantém uma relação amigável e saudável com os filhos, trazendo assim também um descuido com o acesso das crianças nas redes, meio em que não existe um controle com quem se fala ou oque se faz, e é nesse momento que acontece as violências.

Atualmente observa-se crianças viciadas na internet e com oque ela proporciona, são vistas como “crianças espertas”, porém correm perigos inumeráveis. De acordo com o DHPP (Departamento de homicídios e proteção á pessoa) os índices apontados é de 60%, entre idades de 7 a 13 anos  que são violentadas, vítimas essas que não deveriam ter acesso livre no meio tecnológico, é preciso medidas que oriente os responsáveis e os jovens atingidos.

Em virtude dos fatos mencionados é necessário o apoio e caminhos para o combate desses crimes,é preciso que os pais se sensibilizem e conscientizem com o cuidado de seus filhos e aos índices alarmantes, onde os pais sejam aconselhados e mobilizados através de ONGS voluntárias que seguidamente se mostrem presente nas redes sociais, que assim como a Childhood (Programa de proteção a infância) que criou o “disque 100” para denuncias contra violência sexual infantil, seja essa ou ongs como está que apoie a causa de aconselhamento aos pais como um alarme de realidade,para que outros responsáveis que passam na vida de jovens infantis e adolescentes, como professores, familiares entre outros se conscientizem para que as supostas vítimas futuras possam estar cientes.