Caminhos para combater os crimes de pedofilia na internet
Enviada em 17/08/2019
A Declaração Universal dos Direitos Humanos – promulgada em 1948 pela ONU – assegura a todos os indivíduos o direito à segurança, à saúde e ao bem-estar social. Entretanto, o abuso de crianças e adolescentes no Brasil impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Com isso, convém analisarmos as principais consequências de tal postura negligente em nossa sociedade.
Em primeiro plano, vale ressaltar que esse processo de discriminação ainda permanece progredindo a cada dia. No entanto, ao observar a crítica do filósofo Jean-Paul Sartre, afirma que “a violência seja qual for à maneira como ela se manifesta é sempre uma derrota”, ou seja, nos permite refletir que qualquer ação que marginaliza os Direitos Humanos, são crimes diante da lei. É inaceitável que um país democrático não promova caminhos possíveis para combater o risco de violências entre adolescentes.
Em segunda instância, destaca-se a inobservância estatal como fato que corrobora a existência dessa realidade. Alem disso, conforme está escrito no artigo 05 na Carta Magna, ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante. Por isso, o poder público deve proporcionar possíveis soluções para diminuir essa problemática na sociedade e estabelecer ações e atitudes, mas afirmativa na comunidade.
Nesse invés, o abuso de crianças e adolescentes requer medidas mais efetivas para ser amenizado em nosso tecido social. Nesse sentido, o Governo em parceria com Ministério da Saúde, deve promover projetos e dinâmicas saudáveis para todas as vítimas que sofreram essa hostilidade, por meio de profissionais médicos, psicólogos e pedagogo que possam auxiliar no desenvolvimento físico e metal das crianças, com intuito de melhor a vida acadêmica e familiar no convivo social. Espera-se, com isso, possíveis melhorias para combater essa discriminação em nosso país.