Caminhos para combater os crimes de pedofilia na internet
Enviada em 17/10/2019
No conto infantil de João e Maria, metaforiza-se muito este tipo de distúrbio causado em adultos que se caracteriza em um desejo de uma pessoa adulta por uma criança e/ou adolescente, podendo ser tanto no mundo on-line quanto no mundo off-line. Na história, a partir de uma armadilha, fez com que as crianças fossem exploradas com o fim de saciar o desejo do criminoso. Nesse pensamento, os menores inocentes presentes nas redes-sociais podem acabar se tornando vítimas disso com consequências psicológicas e até físicas, podendo provocar um certo trauma no indivíduo.
Primeiro de tudo, a entrada precoce de crianças no meio on-line pode torná-las mais vulneráveis à pedofilia. Com isso, nesses afazeres corridos da vida adulta, os pais acabam igualando o mundo on-line com o mundo off-line, não se preocupando com a gravidade que isso trás para a segurança de seus filhos. Isso leva os pedófilos à agirem com mais facilidade, como por exemplo criando contas “fakes” e “engabelando” esses seres inocentes para conseguir meios de satisfazer os seus desejos com a intenção do abuso, seja com fotos pornográficas ou até mesmo estupros. Por isso, o descuido dos responsáveis com seus filhos acabam facilitando a ocorrência de mais casos de pedofilia pela internet.
Em segunda questão, um assunto a ser abordado mais profundamente são os danos emocionais, porque se não houver tratamento, as doenças psicológicas podem perdurar por décadas. Diante disso, a curto prazo, as crianças podem apresentar ansiedade, insônia, despersonalização e até mesmo depressão. Logo, os familiares das vítimas devem ficar sempre cientes de que, apesar da crença popular, nem sempre o tempo cura tudo. Portanto, ter ajuda psicológica e familiar é fundamental para que o menor supere o trauma causado pelo abuso sexual ou até mesmo para a prevenção desse tipo de abuso.
É imprescindível, portanto, é necessário que a família, juntamente com a escola, conscientize e oriente o uso adequado à internet. Além disso o Ministério da Educação e as mídias sociais com seu papel influenciador devem desenvolver palestras e debates com professores, psicólogos e especialistas no assunto que para que instruam a criança e o adolescente acerca da periculosidade do tema. Cabe também a Polícia Federal e o Poder Executivo por em prática as leis já existentes por meio de uma maior fiscalização em principais aplicativos e redes sociais frequentadas por adolescentes. Sendo assim, capaz de mudar o futuro da sociedade contemporânea sem essas “bruxas” para noss amedrontar.