Caminhos para combater os crimes de pedofilia na internet

Enviada em 17/10/2019

A prática da pedofilia através da internet, por meio de compartilhamento de conteúdo, é uma situação ainda pendente e muito comum no cotidiano brasileiro, que gera muitas vítimas e deixa muitos indivíduos praticantes impunes. Por conta disso órgãos públicos vem efetuando criações e sanções de leis que permitem uma maior visibilidade das grandes comunidades criminosas e uma atuação mais eficaz na interceptação de quadrilhas.

A pedofilia é uma doença, e um problema mental e social ainda muito praticado no meio do povo brasileiro, então a eficiência do Legislativo e Judiciário principalmente, é muito importante nesse quadro drástico enfrentado pelo país. Em 2017, foi aprovada pelo Senado, a Lei 13.441/2017, que visa uma organização de regras para a infiltração correta dos policiais na internet, em busca de quadrilhas, apreensão do determinado material e proteção preventiva de menores. No filme, “Preciosa: Um História de Esperança”, dirigido por Lee Daniels, produzido por Oprah Winfrey, e inspirado no romance de Alves Calado, a protagonista, Clarice, mais conhecida como “Preciosa”, é uma menina gorda, negra, que passa por situações terríveis de bullying na escola, e em casa é maltratada pela mãe, feita de escrava, e abusada sexualmente pelo pai todos os dias. Em várias cenas, não tão explícitas, o filme mostra um pouco da realidade de crianças/adolescentes que sofrem abusos constantemente, e sofrem caladas, por  aquilo ter virado rotina.

A Câmara Legislativa do DF também analisa e avalia um projeto de cadastramento ou fichamento dos pedófilos, isto é, uma criação de um banco de dados que armazena informações dos criminosos, como nome, nome da vítima, endereço atual, idade de ambos, grau de parentesco e etc. Concluindo-se que, para que exista uma interceptação e repressão efetiva à pedofilia, os órgãos públicos precisam tomar as devidas providências e orientar a polícia para fazer o melhor trabalho possível, e ajudar essas crianças de 7  a 13 anos, que são a maioria dentre as vítimas.