Caminhos para combater os crimes de pedofilia na internet

Enviada em 24/10/2019

A internet foi criada em 1969, nos Estados Unidos, com o objetivo de interligar laboratórios de pesquisa. Desde então, ela se evoluiu até o que é hoje. Entretanto, por mais que sua origem facilitou a vida de muitas pessoas, com ela também se possibilitou a expansão de crimes como a pedofilia, que ocorre, principalmente, pela falta de fiscalização e conscientização das crianças pelos pais.

Atualmente, por mais que existam meios de proteger os filhos de sites indevidos, muitos pais se esquecem de que redes sociais, como o Facebook, podem ser portas para pedofilia. Segundo pesquisa da Kaspersky Lab, 37% dos pais estão preocupados com o que seus filhos podem acessar na internet. Porém, apenas 36% estão atentos à comunicação dos filhos com estranhos.

Logo, as redes sociais que mais são utilizadas e que possuem fácil acesso, acabam por serem os principais meios de acontecer esse crime. De acordo com o delegado Alessandro Barreto, o WhatsApp é usado no Brasil para crimes com pedofilia, assaltos e tráficos de drogas. Ou seja, o problema é que o crime acaba por ser cometidos em ambientes comuns e não em sites impróprios.

Dessa forma, medidas precisam ser tomadas para que os crimes de pedofilia na internet deixem de acontecer. A Secretaria de Segurança Pública na internet, junto das Organizações Não Governamentais (ONGs), deve implementar palestras na comunidade a respeito da conscientização dos pais e das crianças em relação ao uso da internet, de modo a incentivar os pais a acompanhar e fiscalizar o que seus filhos fazem nas redes sociais, e ensinar as crianças sobre os perigos dessas redes e como se portar perante uma tentativa de pedofilia. Essas palestras serão realizadas uma vez ao mês por voluntários das ONGs e em locais de convivência pública. Agindo assim e pensando nas palavras de Mahatma Gandhi, “o futuro depende do que é feito do presente”, em alguns anos, com a devida conscientização, as crianças não serão mais alvos de pedofilia na internet.