Caminhos para combater os crimes de pedofilia na internet
Enviada em 31/01/2020
Sabe-se que a pedofilia não é uma invenção atual, visto que desde meados do Egito Antigo, há indícios de que os Faraós realizavam relações sexuais com infantes, a fim de satisfazer os seus desejos. Todavia, a contemporaneidade, incluindo o Brasil, persiste por vezes fixa às suas raízes históricas, já que a pedofilia ainda continua no centro das problemáticas societárias hodiernas, posto que agora ela se manifesta também por intervenção da tecnologia devido a ausência de monitoramento dos pais ao acesso dos filhos à internet e ao debilitado programa de segurança adotado pelos websites.
Crucialmente, é cógnito que os pais das crianças, as quais usufruem cotidianamente das plataformas comunicativas tecnológicas, não têm a devida consciência de que tamanha atrocidade como a pedofilia não ocorre somente em âmbito social, mas semelhantemente em ambientes virtuais. Expõe-se, como exemplo, o filme “Confiar”, em que a adolescente de 12 anos, Anne, é presenteada com um computador pelos seus genitores. Sob esse prisma, por intermédio das redes sociais, a garota é seduzida por um pedófilo. Em vista disso, torna-se incontroverso que cenas como essa não mostram-se esporádicas no mundo real, uma vez que a escassez de tutela de um responsável deixa a criança em uma inexorável vulnerabilidade a análogos abusos.
Não obstante, os websites da rede contém um sistema precário de segurança, no qual o agressor consegue facilmente omitir seus dados autênticos, sua foto e até mesmo sua ficha criminal, podendo, portanto, apossar-se de uma identidade falsa ou da identidade de outro indivíduo sem o fundamental questionamento do site e, por conseguinte, sem uma punição rígida por suas hostilidades cometidas.
Em suma, é indubitável que a pedofilia na internet ainda encontra-se no centro das problemáticas societárias hodiernas devido a ausência de monitoramento dos pais e ao debilitado programa de segurança adotado pelos websites. Logo, para desatar homólogo impasse, é dever do Ministério da Educação, juntamente com o Estatuto da Criança e do Adolescente conscientizar os pais sobre consoante crime, por meio de palestras argumentativas nas escolas, com o intuito de que os responsáveis obtenham total conhecimento da vida virtual de suas crianças. Além disso, os websites carecem desenvolver uma severa política de identidade, denunciando, assim, cidadãos suspeitos, com a finalidade de que eles sejam investigados pela polícia de maneira impiedosa. Dessa forma, as crianças e os adolescentes estarão seguros e a pedofilia na internet será extinta da nação.