Caminhos para combater os crimes de pedofilia na internet
Enviada em 08/05/2020
Atualmente, a tecnologia já faz parte do dia a dia das pessoas de diferentes faixas etárias, facilitando as atividades no mercado de trabalho, nas escolas, e, dentre outros vários processos, nos meios de comunicação. Porém, muitas pessoas utilizam estes avanços para praticarem o mal, sendo, as crianças e os adolescentes os principais alvos desses abusos virtuais, porque, a maioria dos jovens têm livre acesso à internet sem a fiscalização dos pais, elevando assim, as taxas de pedofilia no Brasil.
A pedofilia é um grave crime presente no mundo inteiro, apesar de no Brasil já existirem leis que fiscalizam e punem aqueles que o praticam, ainda assim, segundo o portal de notícias da Globo (G1), o índice de pederastia cresce a cada ano. Por consequência, analogamente da mesma forma que a pedofilia aumenta o suplício infantil também, e observando as atitudes das crianças será o primeiro passo para se descobrir a origem dos abusos.
Certamente, um jovem vítima dessa ação na internet não têm o devido acompanhamento do responsável, e é facilmente influenciado por aproveitadores que acometem o ato criminoso, prejudicando estes adolescentes que muitas das vezes saem da situação com traumas, problemas psicológicos, doenças e/ou infelizmente mortos.
Desta maneira, o Governo Federal, em junção aos governos estaduais, deveram aliar-se à profissionais das redes de computadores, a partir de verbas direcionadas à educação e segurança, para alertar os pais sobre os abusos sexuais e orientar sobre uso da internet para menores de 18 anos, por meio de palestras obrigatórias nas escolas públicas e privadas do Brasil. Também deveram apoiar o projeto “inteligência artificial” do Google, que acelera a detecção de materiais relacionados à pedofilia, assim, crianças e adolescentes não terão mais o acesso livre à internet e os pais poderão fiscalizar com quem os filhos se interagem. Nesse caminho, os casos irão se reduzir e a proteção infantil ficará ativa para que o futuro do Brasil não seja marcado por um passado violento.