Caminhos para combater os crimes de pedofilia na internet
Enviada em 24/08/2021
A Lei da Inércia, de Newton, relata que a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber a mesma condição no que concerne à questão dos caminhos para combater os crimes de pedofilia na internet. Nesse contexto, percebe-se a ascensão de um grave óbice, em virtude da insuficiência legislativa e o base educacional lacunar.
Sob esse viés, a omissão governamental caracteriza-se como um complexo dificultador. A Constituição Federal de 1988 é a lei básica brasileira que busca garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos. No entanto, essa legislação não tem sido suficiente, no que se refere a situação dos abusos online contra crianças, uma vez que o transtorno continua atuando fortemente no contexto hodierno. Assim, a lei sendo enfranquecida, dificulta-se a resolução desse impasse.
Ademais, outro empecilho encontrado é a negligência educacional. Para o filósofo Imannuel Kant, o ser humano é resultado da educação que teve, logo, se há um problema social, há uma falha na educação. Nessa perspectiva, observa-se uma lacuna, no que tange a erradicação da problemática da pedofilia nos meios de comunicações virtuais, visto que as escolas não tem cumprido o seu papel no sentindo de reverter o problema, pois não está trazendo às salas de aulas conteúdos que ajam na solução desse obstáculo.
É evidente, portanto, que medidas estratégicas devem ser tomadas para mudar esse cenário. Sendo assim, é imprescíndivel que o Estado - principal promotor da harmonia social- promova “workshops”, em parcerias com as escolas, por meio de recursos oriundos da União, os quais abordarão as consequências negativas dessas ações e como combatê-las e ajudar as vítimas, com a finalidade de propor diferentes soluções em conjunto com os alunos e alcançar o bem-estar social. Em suma, a proposição da carta magna será concretizada.