Caminhos para combater os crimes de pedofilia na internet

Enviada em 04/09/2025

Na série “Mind Hunter”, detetives da Justiça dos Estados Unidos percebem um vínculo entre práticas sexuais e criminosos em série, em que antes de praticarem o crime, abusam sexualmente de suas vítimas. Várias delas são crianças, executadas pela atividade da pedofilia, violação que, especificamente pelo mundo virtual, ainda acontece no Brasil. Embora à presença de estratégias conectadas ao combate a tais infrações, esse quadro ofensivo mostra a omissão de campos do Poder Público.

Em primeira análise, é importante destacar que em junção ao cumprimento dos privilégios penais relativos ao crime sexual na internet contra menores, o Estado tem se revelado escasso. O sinal disso é que, mesmo com a garantia assegurada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a quebra de tal lei continua progredindo como o compartilhamento de vídeos íntimos em aplicativos, além da formação de perfis falsos. Desse modo, haveria mais documentos ilustrativos com o panorama na exposição dos riscos que as redes trazem quanto à prática da pedofilia.

Em segunda análise, é possível verificar que, se tais práticas advêm, é porque existem usuários e comércio por trás disso. Por exemplo, tem a venda de filmagens e fotos íntimas de crianças lucradas pelos violadores. Logo, à irrelevância pessoal categórica, além de uma moral já sólida, podem ser marcados como razões que impedem a jornada de luta contra hábitos pedófilos na internet, uma vez que, por parte de alguns adultos, há um apreço dessa inegável prática.

Torna-se evidente, portanto, que medidas são necessárias para a minimização desse crime. É papel do Ministério da Justiça, além de estimular a procura dos infratores de forma mais ligeira com tecnologias mais modernas, elevar a exposição de informes elucidativos nos canais midiáticos que comuniquem sobre a carência de ter cuidado ao usá-las, com informações do que fazer caso um possível pedófilo cibernético surja.