Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome
Enviada em 26/08/2020
O combate à fome no Brasil
A fome no Brasil vem reduzindo seu índice de acordo com IBGE nos últimos anos, entretanto este cenário continua sendo uma realidade para cerca de 7 milhões de brasileiros, além disso estima-se que existem em média mais de 40 milhões de pessoas que não comem a quantidade mínima necessária para uma alimentação adequada, apresentando, por isso, problemas de nutrição. O problema agrava-se mais ao norte do país, onde as necessidades são maiores, portanto devem-se criar incentivos ao combate à fome, para que a mesma chegue ao fim.
O pior período de fome no Brasil foi na década de 80, onde 40% da população viviam em extrema pobreza. Desde quando iniciou-se incentivos ao combate à fome essa taxa se reduz, porém sua contínua redução permanece estagnada. A zona rural é a mais atingida, já que a má distribuição de rendas pelo governo, a oriunda desigualdade social e o incentivo extremo a exportações prejudicam os agricultores. O Brasil combateu muito tempo esses índices da fome, algo que é comprovado com as últimas estatísticas, porém poderia dizer que o país está em um efeito platô no combate à fome, pois nada mais foi feito para zerar a taxa, pelo contrário o desemprego, a instabilidade política, o contraste das rendas, a pobreza, a falta de estudo e de acesso à informação ameaçam esses dados.
Nos últimos anos pouco se tem feito para erradicar a fome, exemplo o programa Bolsa Família, cujo objetivo é combater à fome, porém, além disso é necessário outras medidas, tais como, a educação econômica e alimentar, pois não produzirá efeito algum uma oferta de capital por parte do governo se o público que receberá não souber utilizar essa de forma concisa, sábia e objetiva, sabendo onde gastar e do que se alimentar. Um fator que ameaça o aumento das taxas de fome no Brasil é o desemprego, o país tem estrutura para oferecer e criar empregos, já que um mercado aberto oferece isso, incentivando a criação de novas empresas, imprescindível será a mão de obra, assim todos se beneficiam e ao longo dos anos as desigualdades reduzir-se-ão.
Por fim, é dever de o governo oferecer apoio e auxílio educacional e econômico para pessoas de baixa renda e que enfrentam a fome, a criação de políticas públicas que ofereçam empregos, é de extrema importância. Também o acesso aos recursos básicos, como água e saneamento é de sério valor. E por último o princípio que tem de ser uma base no combate ao problema, o fim das desigualdades sociais, para que com uma sociedade justa e organizada possa-se acabar com a mazela da fome e miséria no país, garantido a todos os brasileiros e brasileiras a realização de seu direito à alimentação.