Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome

Enviada em 29/08/2020

Com suas raízes na desigualdade social, a fome e a pobreza extrema não são notícias novas no Brasil. Em um mundo desenvolvido por meio do capitalismo, onde as elites burguesas ficam no topo com muito, focam na exportação e exploram seus trabalhadores á morte, não é de se espantar a quantidade de pessoas que passam fome, vivem em pobreza e são muitas vezes ignoradas pelo governo. Governo esse, a qual cabe a responsabilidade de resolver o problema, já que por tanto tempo o agravou.

Desde a colonização do Brasil, a desigualdade social já era evidenciada, por meio das relações entre colonizador e índio, e a partir de então evoluiu numa sociedade que sempre favoreceu os ricos. O Brasil em seu ponto mais baixo chegou a ter mais de 13 milhões de pessoas em situação de pobres extrema e, segundo um relatório da ONU, publicado em 2019, a Pátria Brasileira, pode voltar para o Mapa da Fome.

Agora, no período da pandemia essa já é uma certeza. Neste momento economicamente instável, quem paga a conta dos ricos, é mais uma vez, o proletariado. Com os índices de desemprego disparando desde o início da pandemia, milhares de pessoas caem na pobreza extrema. A volta do Brasil no Mapa da Fome é certa.

Para garantir o fim da fome e pobreza extrema, é preciso gerar empregos. Este é o único caminho para uma solução se não definitiva, duradoura.  Para gerar empregos, o investimento em educação pública é essencial para gerar profissionais capacitados. Deve-se focar em fazer empregos em áreas que além de ajudar o trabalhador, mova o país. Como alcançar isso que é o problema.