Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome
Enviada em 28/08/2020
A fome sempre foi um medo real do ser humano. Pela maioria da história humana, a maioria da pessoas investiam a maioria de suas finanças em comida, apenas no suficiente. A falta de comida foi, e continua sendo, um grande problema na sociedade em geral. Houve vários programas para o alívio dessa questão. Na Roma antiga o Estado romano criou a Cura Annonae, programa de importação e distribuição de grãos.
Hoje em dia, vivemos o período de maior riqueza e fartura já recordada. Apesar, há ainda regiões que passam dificuldades, tal como o nordeste do país, onde a miséria é generalizada. Essa situação se deve a pobreza histórica da região, vinda desde a crise açucareira no Brasil colonial, onde a principal fonte de renda da região foi destruída pela competição estrangeira.
Há hoje em dia diversos programas para o alívio da pobreza no país, dentre eles o bolsa-família. Esse programa ajudou diversas famílias a manterem-se fora da linha da pobreza extrema. Porém, ela continua assombrando o território. A criação de programas governamentais ajuda no curto prazo a manter em situação estável famílias pobres. Porém, não somente o custo enorme nos cofres públicos deve ser contabilizado, porém também que muitas vezes esse auxílio não é suficiente.
Visto isso, é lógico uma medida governamental que visa ambos prazos, longo e curto. O programa deve continuar em sua forma atual, auxiliando as famílias a se manterem em posição de estabilidade. Porém, a longo prazo é recomendado o desenvolvimento de uma economia suficientemente rica para construir uma sociedade mais forte. Desse modo, redução de impostos e outras medidas econômicas de foco similar são necessárias, promoção da educação superior e a profissionalização dos trabalhadores e o desenvolvimento da indústria nas regiões de pobreza extrema devem ser considerados.