Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome

Enviada em 18/11/2020

No início do século XIV, a Europa Medieval passou por um período chamado “A Grande Fome”, onde a população morria de fome em grande escala. Contemporaneamente, o Brasil passa por um problema parecido, seja pela falta de políticas públicas que assegurem famílias de baixa renda ou pela falta de empregos no mercado de trabalho. Sendo assim, é necessário que mudanças sejam feitas para resolver a questão.

Primeiramente, ainda que exista programas do Estado para ajudar famílias em condição de vulnerabilidade, é sabido que a renda dada não é suficiente para cobrir o custo da alimentação. Embora o Bolsa Família beneficie cerca de 14 milhões de famílias, segundo o Banco Mundial 28 milhões de brasileiros ainda vivem com cerca de 140 reais por mês. Então, é evidente que a renda de uma grande parcela da população brasileira não é suficiente para a alimentação adequada todos os dias.

Além disso, vale salientar que a taxa de desemprego é alarmante no Brasil. De acordo com o IBGE, no segundo trimestre de 2020, 12,8 milhões de pessoas estão desempregadas. Nessa perspectiva, é notório a falta de empregos no mercado de trabalho. Dessa forma, com a escassez de trabalho, esses indivíduos não conseguem uma renda para comprar uma cesta básica completa para as suas famílias, consequentemente, terão que passar fome.

Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que o Estado, em parceria com o Ministério da Cidadania criem um projeto de distribuição de alimentos para as famílias de baixa renda, através de uma arrecadação de mantimentos em massa, onde a própria população deve ajudar. Nesse sentido, o intuito de tal medida é a de extinguir a fome no Brasil e, posteriormente a erradicação do problema. Ação que, iniciada no presente, é capaz de transformar o futuro da sociedade brasileira.