Caminhos para evitar que o Brasil volte ao mapa da fome
Enviada em 02/05/2021
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística “10,5 milhões dos brasileiros estão abaixo da linha da pobreza e não possuem acesso à alimentação, por estarem desempregados ou dependerem de suas lavouras”. Dessa forma, é indubitável observar que o Brasil corre grande risco de voltar ao mapa da fome. Entretanto, para que essa hipótese seja evitada, é necessário que haja mudanças na educação profissional de alguns brasileiros e investimentos à agricultura, haja vista, que a maior parte dos “famintos” no Brasil, não possuem emprego ou dependem da terra para garantir seu sustento.
Em primeira análise, é importante pontuar a relevância da educação diante o cenário da fome no país, pois, a grande volubilidade dos cidadãos sem acesso à alimentação, possuem pouco ou nenhum grau de escolaridade. Diante disso, não apresentam formação profissional necessária para que possam garantir uma vaga no mercardo de trabalho. Segundo afirma a pesquisa pelo site Uol.com " A taxa de desemprego para pessoas com baixa escolaridade é o dobro das que possuem ensino superior", ou seja, a falta educação diminue as oportunidades dos indivíduos e dificulta que esses possam garantir seu alimento. Dessa maneira, possibilitando o aumento da fome no país.
Outrossim, é inquestionável, que a ampliação de investimentos no setor da agricultura é de suma importância para evitar o retorno do Brasil ao mapa da fome, haja vista, que muitos brasileiros privados da alimentação são agricultores e dependem da agricultura e pecuária para garantir seu alimento. Segundo afirma a pesquisa do revista Globo Rural " Dos 10,5 milhões das pessoas que são privadas da alimentação, 44% são da zona rural do país, e dependem do agronegócio como fonte primeira de sobrevivência", ou seja, são indivíduos que possuem a terra mas lhes faltam capital para que possam plantar e conseguir sua alimentação.
Em suma, para que haja diminuição dos percentuais da fome no país, é importante que o Governo Federal em parceria com o Ministério da Educação, orgãos responsáveis por investimentos educacionais. Formulem ações de incentivos à educação profissional dos brasileiros com baixo grau de escolaridade. Realizados por meio de elaboração de cursos profissionalizantes e campanhas de estímulo profissional. Com o objetivo de formar cidadãos qualificados para o mercado de trabalho, além disso, ampliar suas oportunidades, e torná-los capazes de garantir sua alimentação e necessidades diárias. Tendo como efeito, a redução da estatística afirmada pelo IBGE e evitando que o Brasil retorne ao mapa da fome. Ademais, é relevante que o Ministério da Agricultura, orgão responsável pela elaboração de políticas de incentivos à agricultura, elabore projetos de apoio financeiro aos agricultores, para que esses possam assim conseguir o seu sustento.